Cada pessoa vê só o que deve. E pode fazer só o que lhe cabe.
Dados de condomínios, fornecedores e valores são sensíveis. O SGM separa o acesso por empresa, por condomínio e por nível de permissão.
Cinco níveis de acesso
O nível define o que cada usuário enxerga no menu e o que pode alterar.
Vê e executa as OS em que é responsável.
Acompanha as OS em que é responsável.
Vê todas as OS dos seus condomínios, cuida dos planos de manutenção.
Usuários, importações e cadastros da empresa.
Todas as empresas, geração de OS em lote e configurações.
Separação por empresa
Uma administradora nunca vê dados de outra. O usuário que atua em mais de uma empresa escolhe, ao entrar, em qual vai trabalhar.
Separação por condomínio
Cada usuário pode ficar restrito aos condomínios atribuídos a ele.
Modo somente consulta
Se a empresa for suspensa, os usuários continuam consultando o histórico, mas não alteram nada. Se for bloqueada, o acesso dos usuários é encerrado.
Limite de usuários
Cada empresa tem um número máximo de usuários ativos, controlado pelo sistema.
Bloqueio imediato
Usuários e fornecedores podem ser bloqueados a qualquer momento, sem apagar o histórico.
Rastro das mudanças
Mudanças de estado da OS e registros de execução ficam no histórico, com data e autor.
Como funciona por dentro
Senhas com hash (bcrypt)
As senhas são guardadas com password_hash e conferidas com password_verify. Senhas de bases antigas são convertidas para hash no primeiro login, e a aceitação de texto puro pode ser desligada de vez por configuração. O hash nunca vai para a sessão.
Sessão protegida
O identificador da sessão é regenerado no login (contra fixação de sessão), o cookie de sessão não é acessível por JavaScript (HttpOnly) e a sessão expira após um período sem uso.
Banco de dados com parâmetros
As consultas ao SQL Server recebem os valores como parâmetros, separados do texto da consulta, o que impede injeção de SQL pelos campos de tela. A saída de texto para a página é escapada.
Toda porta tem tranca
Cada tela, cada chamada interna (AJAX) e cada imagem servida pelo sistema confere a sessão e o nível do usuário antes de responder. As imagens do link público conferem o token da OS.
Sem login, mas não sem controle
O link que o fornecedor recebe por e-mail é a única chave de acesso, por isso ele foi desenhado para valer pouco e por pouco tempo:
- Impossível de adivinhar: token aleatório de 64 caracteres gerado com fonte criptográfica (
random_bytes). - Escopo de uma OS: o token abre uma única ordem de serviço, e só ela.
- Permissão mínima: ver o que já foi enviado por e-mail e registrar execuções. Nada de editar, excluir ou navegar.
- Papéis separados: responsáveis e fornecedor têm tokens diferentes, com telas diferentes.
- Expira com a OS: finalizada, suspensa ou cancelada, o link para de aceitar registros.
Link inválido
Este link não é válido ou expirou. Peça para reenviarem o e-mail da Ordem de Serviço.
Dúvidas comuns
O fornecedor precisa de usuário e senha?
Não. Ele recebe por e-mail um link exclusivo daquela OS, que só permite registrar a execução e deixa de funcionar quando a OS é encerrada.
Um síndico pode ver apenas o seu condomínio?
Sim. O usuário pode ficar restrito aos condomínios atribuídos a ele, com o nível de permissão adequado.
Onde ficam os dados?
Em banco SQL Server, no servidor da própria operação, com o sistema publicado em IIS. Nada é enviado a serviços de terceiros, exceto o envio de e-mails pelo servidor SMTP configurado pela empresa.
E se a empresa deixar de usar o sistema por um tempo?
A empresa pode ficar em modo somente consulta: o histórico continua disponível para leitura, sem permitir alterações.
Segurança que não atrapalha o trabalho.
Permissões claras para a administração, acesso simples para quem executa.